Desinventar objetos: a poética de Manoel de Barros e a gramática das exposições museológicas

  • Clovis C Brito

Resumo

O artigo aproxima a exposição museológica da poética de Manoel de Barros (1916-2014), escritor brasileiro cuja proposta consiste em desinventar objetos e distorcer o olhar. Nesse aspecto, assim como a estratégia do poeta, a exposição aproxima coisas distintas, de trajetórias fragmentadas e que retiradas de sua função original são inseridas em um novo contexto, resultante de um gesto poético (sintaxe das coisas). Nosso intuito é investigar em que medida a alquimia poética promovida pelas exposições e a poética e a política dos museus promovida pela Sociomuseologia consistem em formas de instituir novas dramaturgias da memória.


Palavras-chave: Museologia, exposições,poética, Manoel de Barros.

Publicado
May 30, 2017
Como citar
BRITO, Clovis C. Desinventar objetos: a poética de Manoel de Barros e a gramática das exposições museológicas. Cadernos de Sociomuseologia, [S.l.], v. 53, n. 9, may 2017. ISSN 1646-3714. Disponível em: <http://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/5904>. Acesso em: 20 june 2018.

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