ESTANTE - RECENSÃO
Resumo
Só muito recentemente apareceu na Europa o Livro Tibetano dos Mortos, mas apenas uma parte dele, na tradução do Lama Kazi Dawa-Samdup e editado por W. Y. Evans Wentz em 1927. Foi esta edição que mais tarde, na versão brasileira da editora Pensamento (São Paulo), entrou em Portugal na década de setenta. Apresentava ela apenas o 11.º capítulo de toda a obra (“A Grande Libertação pela Escuta”), o mesmo que iria estimular e influenciar parte da pesquisa de Carl G. Jung. O Bardo Thödol (Bardo Thos-grol Chen-mo), como assim é conhecido em tibetano, encerra um conjunto de práticas que visam libertar não só o moribundo, à medida que passa pelos diversos estados de consciência e quando a sua alma já se encontra fora do corpo, como os vivos, preparando-os através de um quotidiano experimentado e baseado na primeira natureza da mente.
Revista Lusófona de Ciência das Religiões é a publicação, semestral, da Licenciatura e do Centro de Estudos em Ciências das Religiões, da Unidade de Ciência, Tecnologia e Sociedade, financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, do Ministério do Ensino Superior, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.