A África e a Inquisição portuguesa: novas perspectivas

  • Francisco Bethencourt
  • Philip Havik

Resumo

A actividade da Inquisição é mal conhecida, devido à inexistência de um tribunal próprio. Seria necessárioo levantamento exaustivo de denúncias e processos, para verificar a enorme gama de práticas e crenças heterodoxas, nomeadamente de portugueses influenciados pelo Islamismo no Norte de África ou praticantes do Judaísmo nos rios da Guiné, bem como de africanos convertidos, acusados de magia e feitiçaria, que regressavam às suas religiões.
Publicado
Jul 17, 2014
Como citar
BETHENCOURT, Francisco; HAVIK, Philip. A África e a Inquisição portuguesa: novas perspectivas. Revista Lusófona de Ciência das Religiões, [S.l.], n. 5-6, july 2014. ISSN 2183-3737. Disponível em: <http://revistas.ulusofona.pt/index.php/cienciareligioes/article/view/4576>. Acesso em: 18 nov. 2017.
Secção
Parte I: Inquisição em África