RISCOS AERONÁUTICOS E OS PLANOS MUNICIPAIS DE EMERGÊNCIA

  • Paulo Alexandre Soares Vice-Presidente do Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P., Comandante de Avião, Mestre em Direito, Professor Universitário convidado de Ciências Aeronáuticas e especialista em Aviação Civil.

Resumo

Não se pretende uma abordagem exaustiva sobre os riscos aeronáuticos com reflexos nos Planos Municipais de Emergência, tão só uma (de entre muitas possíveis) perspetiva do que está e/ou poderá estar em causa, se não se mitigar diligentemente o risco proveniente de atividade aeronáutica conhecida e declarada, bem como perspetivar as possibilidades de ela acontecer de forma fortuita e casuística. Far-se-á uma visita sucinta às várias ameaças aeronáuticas que se podem deparar e que devemos prever num qualquer Plano Municipal de Emergência.  Claro que há municípios onde o risco de ameaça aeronáutica é elevado, quiçá elevadíssimo e outros onde o risco é meramente residual. Apresentar-se-ão alguns exemplos, os mais relevantes, a ter em conta na elaboração dos Planos Municipais de Emergência.
Publicado
Aug 16, 2013
Como citar
SOARES, Paulo Alexandre. RISCOS AERONÁUTICOS E OS PLANOS MUNICIPAIS DE EMERGÊNCIA. e-LP Engineering and Technology Journal, [S.l.], v. 4, aug. 2013. Disponível em: <http://revistas.ulusofona.pt/index.php/revistae-lp/article/view/3583>. Acesso em: 19 oct. 2017.
Edição
Secção
Artigos