Medicamentos não sujeitos a receita médica - razões mais frequentes de seu uso

  • Ana Fernandes ERISA - Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches
  • Lidia Palma ERISA - Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches
  • Fátima Frazão Departamento de Química e Bioquímica, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
  • Carla Momteiro ERISA - Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches

Resumo

Ao longo dos últimos anos tem-se registado um aumento no consumo de Medicamentos não-Sujeitos a Receita
Médica (MNSRM) pela população em geral tanto na Farmácia Comunitária como noutros espaços de saúde.
Apesar do consumo de MNSRM ser considerado como uma forma de tratamento segura, os profissionais de saúde,
sabem bem que os MNSRM apesar de na sua maioria apresentarem um perfil conhecido, não podem ser
considerados como substâncias inócuas e plenamente seguras. O consumo de MNSRM, deve ser sempre orientado
pelo profissional de saúde, não por puro academismo, mas por situações concretas e objectivas dos riscos que o
envolvem com vista ao equilíbrio do estado.
No presente estudo foi feita uma análise da correlação do uso de MNSRM com a faixa etária, género, frequência de
utilização, factor económico, grau de cooperação do médico, motivos que levam os utentes a procurar os espaços de
saúde e afins, bem como, a necessidade de auxílio do profissional de saúde e a necessidade de conhecimento da
dualidade de eficácia/ segurança dos MNSRM.

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Como citar
FERNANDES, Ana et al. Medicamentos não sujeitos a receita médica - razões mais frequentes de seu uso. Revista Lusófona de Ciências e Tecnologias da Saúde, [S.l.], n. 1, may 2010. ISSN 1646-3854. Disponível em: <http://revistas.ulusofona.pt/index.php/revistasaude/article/view/1234>. Acesso em: 19 may 2019.
Edição
Secção
Saúde e Sociedade / Health and Society

Palavras-chave

MNSRM; condicionantes de consumo; análise de correlação.