AS FORMAS DE VER AS FORMAS: UMA TENTATIVA DE COMPREENDER A LINGUAGEM EXPOSITIVA DOS MUSEUS

Autores/as

  • Daniella Rebouças Silva Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias image/svg+xml

Resumen

AS COISAS.

As coisas têm peso, massa, volume, tamanho, tempo , forma, cor, posição, textura, duração, densidade, cheiro, valor, consistência, profundidade, contorno, temperatura, função , aparência, preço, destino, idade, sentido.

As coisas não têm paz.

Arnaldo Antunes.

Na tentativa de compreender as variadas linguagens expositivas que habitam as salas dos nossos museus, que traçamos estas linhas.

Inicialmente, começamos por reflectir as sútis diferenças que existem nas tantas formas que o olho humano, e porquê não os outros sentidos, consegue captar o mundo á sua volta; o mundo das coisas visíveis, o mundo das formas visuais.

Cómo citar

AS FORMAS DE VER AS FORMAS: UMA TENTATIVA DE COMPREENDER A LINGUAGEM EXPOSITIVA DOS MUSEUS. (2009). Cadernos de Sociomuseologia, 16(16). https://revistas.ulusofona.pt/cadernosociomuseologia/article/view/352