Angústia, êxtase e revelação
DOI:
https://doi.org/10.60543/rlcr.v0i12.4015Abstract
Este artigo apresenta a angústia poética como um antídoto à anestesia geral das consciênciase dos sentimentos. Depois de dialogar com a antropologia teológica de Teilhardde Chardin, a antropologia literária de Saint-Exupéry e um poema de Rui Belo,o autor afirma que, restabelecendo o contato com a fonte originária do ser, a poesia abre uma saída para a transcendência e para todos os possíveis do homem. E, desse modo, possibilita que, do fundo da sala de aula, uma voz se erga, ainda que tímida, para formular uma pergunta pelo sentido da vida.Downloads
Published
2013-11-07
Issue
Section
Parte II: A Religião na sala de aula um debate sobre o Ensino Religioso para a proposição de uma área de conhecimento