A persistência do projecto português nos documentos daNunciatura Apostólica de Lisboa

Autores

  • Fernanda Cristina Santos

DOI:

https://doi.org/10.60543/rlcr.v0i16-17.3813

Resumo

Nas primeiras décadas do século XVIII, as relações de Portugal com Roma processavam-se com relativa normalidade. Aceitava-se um poder político centrado na pessoa do monarca, independente de qualquer tutela. Decorrente disso, o Estado reconhece com dificuldade a existência de uma outra sociedade que se proclame independente a seu respeito. O sistema de privilégio, amplamente utilizado pelo pode rabsoluto iluminado,introduzirá ambiguidades no delicado mecanismo das relações entre Igreja e Estado, todavia a ingerência do poder civil nas questões religiosas nem sempre deu bom resultado.

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Publicado

2013-10-14

Edição

Secção

Parte I - Para a história do Arquivo Secreto do Vaticano