O silêncio das casas vazias
DOI:
https://doi.org/10.60543/rlcr.v0i3-4.4621Resumo
A violação não se ficou pelo património, a monstruosidade foi tal que roubaram-se os anéis, cortaram-se os dedos, pilharam-se as pulseiras, deceparam-se as mãos, surripiaram-se os torques e amputaram-se os braços, deixando apenas um corpo queimado e retorcido, «maciçamente» privado dos seus membros, como o tristemente célebre menino cujas imagens correram os noticiários de todo o mundo.Downloads
Publicado
2014-07-18
Edição
Secção
Parte IV: In memoriam: O museu de Bagdade