De Legibus - Revista de Direito da Universidade Lusófona Lisboa
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<p>A revista <em>De Legibus</em>, da Faculdade de Direito da Universidade Lusófona de Lisboa, é uma publicação periódica semestral, editada, simultaneamente, em formato de papel e em suporte digital. </p>Edições Universitárias Lusófonaspt-PTDe Legibus - Revista de Direito da Universidade Lusófona Lisboa2182-5912<p><a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0"><img src="https://mirrors.creativecommons.org/presskit/buttons/88x31/png/by.png" width="78" height="27"></a><br>Assegura-se aos potenciais leitores o acesso livre e gratuito do conteúdo editorial, estando autorizada a sua reprodução total ou parcial, conforme a licença CC BY 4.0 (<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0"><em>Creative Commons </em>Atribuição 4.0 Internacional</a>)</p>Reflexão sobre os Princípios Gerais de Direito Reconhecidos pelas Nações Civilizadas
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<p>Os princípios são os alicerces do direito. A coerência e a validade de um ordenamento jurídico dependem da existência e cumprimento dos princípios. Eles estão na base de qualquer ordenamento jurídico e, por conseguinte, precedem a criação de normas que regulam as ações humanas. No contexto do direito internacional, o Estatuto do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) a eles se refere, no seu artigo 38 nº1 c), utilizando a expressão “princípios gerais de direito reconhecidos pelas nações civilizadas. O presente artigo reflecte sobre o sentido e a relevância destes princípios na hierarquia das fontes do direito internacional, a sua força jurídica, evolução e vulnerabilidade. A ilustrar esta explanação doutrinária recorre-se a exemplos de jurisprudência do TIJ.</p>Lígia Carvalho A.
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2026-04-082026-04-0810252510.60543/dlb.vi10.9840A Judicialiazação da Política ou a Política na Justiça
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<p>A judicialização da política, caracterizada pela coincidente intervenção do Ministério Publico em questões de natureza política, tem colocado em causa o equilíbrio do sistema de freios e contrapesos nas democracias contemporâneas. Iremos analisar o papel do Ministério Publico na mediação de conflitos políticos, os limites do ativismo judicial e os impactos na legitimidade judicial. Argumentamos que, embora os tribunais desempenhem um papel essencial na proteção de direitos fundamentais, o excesso de judicialização pode erodir a <em>accountability</em> do Estado de Direito democrático e politizar o sistema judicial, o que pode comprometer a confiança nas instituições. Concluímos que é necessário proceder com reformas estruturais ao nível das instituições que reforcem a transparência e o diálogo interinstitucional, de forma a assegurar a legitimidade judicial e a estabilidade democrática<strong>. </strong></p>António TavaresJoão Tavares
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2026-04-212026-04-2110232310.60543/dlb.vi10.10256Uma certa ideia de Universidade em tempos de incerteza
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<p>Uma certa ideia de Universidade em tempos de incerteza</p>José de Faria Costa
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