Industrialização da percepção artificial

  • Catarina Patrício Investigadora colaboradora do CECL / FCSH-UNL e do LabART / ECATI-ULHT

Resumo

A guerra sempre coincidiu com a organização de percepções, quer numa ampliação dos alcances quer no seu controle. Envolvendo tanto a entidade que percepciona – homem ou máquina – como o mundo que a rodeia, esta operação engloba. Não se trata de uma observação ou indagação mas de pura actividade. Daí a emergência da percepção artificial. Através da investigação de Paul Virilio quanto à «logística da percepção», que aproxima guerra e cinema, impõem-se compreender como os dispositivos de percepção transformaram o mundo.

Publicado
2013-11-27
Secção
Theory, History and Aesthetics