Shocking ShoppingScapes

  • Maria Freire Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
  • Isabel Joaquina Ramos UE – DPAO (Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento) UE – CHAIA (Centro de História de Arte e Investigação Artística) UE – ICAAM (Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas) Universidade de Évora

Resumo

As ShoppingScapes equivalem a paisagens auge de uma sociedade de consumo, otimista e incomportável – são espelho da cultura e do momento de crise em que vivemos, por isso paisagens a colapsar. Associado à inevitável circunstância de recuo das ShoppingScapes, defende-se uma nova dinâmica urbana centrada nas paisagens agrícolas em meio urbano. Olhamo-la como uma permuta – com significado na valorização da paisagem, aos níveis ecológicos, sociais e culturais – e sustentamo-lo na ideia de que a inevitabilidade da decadência de um dado espaço ou paisagem ou a comprovação do seu fracasso, conduz ao reavaliar das funções e dos valores em presença. No caso em estudo – a cidade de Évora – compreende a restituição na cidade contemporânea de áreas permeáveis, de bons solos e de retorno da função produtiva, agrícola, em meio urbano.

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Publicado
Jan 25, 2014
Como citar
FREIRE, Maria; RAMOS, Isabel Joaquina. Shocking ShoppingScapes. Revista Lusófona de Arquitectura e Educação, [S.l.], n. 8-9, p. 407-426, jan. 2014. ISSN 1646-6756. Disponível em: <https://revistas.ulusofona.pt/index.php/revlae/article/view/4245>. Acesso em: 20 sep. 2019.
Secção
Territory and Landscape