Viver o Envelhecimento: Como a dependência física e/ou cognitiva influencia os níveis de frustração emocional nos idosos em ERPI

https://doi.org/10.60543/ts_iss.vi10.11612

  • Mariana Martins Estudante finalista da licenciatura em Serviço Social da Universidade Lusófona de Lisboa
  • Hélia Bracons 966949451
  • Vânia Santos Diretora técnica e assistente social da Residência Sénior de Alvalade

Résumé

O presente artigo analisa a influência da dependência física e/ou cognitiva nos níveis de frustração emocional de idosos institucionalizados na Residência Sénior de Alvalade (ERPI). Desenvolvido no âmbito do Estágio IV e do Relatório Monográfico em Serviço Social, o estudo adotou uma abordagem qualitativa, recorrendo à aplicação de um questionário a 10 residentes e à observação direta e participante. Teve como objetivo compreender de que forma o grau de dependência influencia a frustração emocional, analisando a relação entre a perda de autonomia, a adaptação à institucionalização e o papel do assistente social na promoção do bem-estar. Os resultados evidenciam que a perda de autonomia constitui o principal fator associado à frustração emocional, verificando-se igualmente discrepâncias entre a perceção dos residentes acerca das suas capacidades e os dados obtidos através da observação. Conclui-se que as intervenções em Serviço Social centradas na promoção da autonomia, da participação ativa e de cuidados humanizados contribuem para a melhoria do bem-estar emocional dos idosos.

 

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Biographie de l'auteur

Hélia Bracons, 966949451

Professora Associada no Instituto de Serviço Social da Universidade Lusófona-Centro Universitário de Lisboa. Doutora em Serviço Social. Exerce as funções de Diretora da Licenciatura em Serviço Social. Desde junho de 2024, é Subcoordenadora do CLAIM (Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes) da Universidade Lusófona-Centro Universitário de Lisboa. Desenvolve investigação e intervenção nas áreas da diversidade cultural e das competências interculturais.

Publiée
2026-07-30