Introdução

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Resumo

Porquê normas?

O manual é uma primeira resposta a duas preocupações por parte dos profissionais de museus: proteger o património africano documentando-o e realizando inventários sistemáticos, bem como desenvolver atividades relativas a funções dos museus (como pesquisa, coleta, exposições, programas educativos) facilitando a troca de informações sobre coleções e o partilhar de práticas profissionais.

As normas desta publicação foram elaboradas para:
.Facilitar a gestão das coleções dos museus;
.Garantir a segurança dos objetos por meio de um inventário do conjunto das coleções, incluindo as mínimas informações que permitam identificar cada objeto ou espécime.
.Facilitar o intercâmbio entre museus e o desenvolvimento de projetos comuns (pesquisa, exposições, formação, etc.);
.Preparar a informatização dos inventários e da documentação das coleções por meio de uma organização da informação normalizada e rigorosa.

O propósito deste manual é de abranger todos os tipos de coleções, tanto as de ciências humanas (história, arqueologia, etnografia, arte) como as de ciências naturais (paleontologia, zoologia, geologia e outras). No entanto, dada a composição do grupo de museus - piloto que elaborou este manual, a área de ciências humanas foi mais aprofundada.

Estas normas, testadas nas coleções dos seis museus - piloto e continuamente readaptadas até o presente, já comprovaram a sua eficácia, não apenas na dimensão de cada museu individualmente, mas também numa perspetiva mais ampla de intercâmbio. No entanto, as normas somente atingirão o seu pleno objetivo quando forem adotadas pela maioria dos museus africanos e africanistas.

Como citar
ICOM, ICOM. Introdução. Cadernos de Sociomuseologia, [S.l.], n. 36, jan. 2010. ISSN 1646-3714. Disponível em: <https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/1136>. Acesso em: 14 oct. 2019.