ENTREVISTA AO PROF. MÁRIO DE SOUZA CHAGAS

  • Maria Célia Teixeira Moura Santos Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Resumo

Gosto de ser chamada Célia. O Maria complementa, é mais profissional. Em geral, os colegas cariocas costumam chamar-me Maria Célia . A propósito, você é o carioca mais nordestino que já conheci -o Mário do repente, da prosa, do abraço por inteiro, da criatividade, da resistência.

A sua proposta de entrevista fez-me reler o meu memorial, escrito para o Doutorado em Educação, quando do meu exame de qualificação, do qual você possui uma cópia. Naquela oportunidade, pela primeira vez, parei para refletir sobre os caminhos percorridos. E agora Mário, você me estimula a repensar novamente as minha idas e vindas, a rica experiência de viver: profissão, emoção, amor, paixão, construção, reconstrução, decepção, tudo isso, numa imensa teia de relações, denominada vida. Acho que sou uma baiana “boa de prosa”, devo-me policiar, ser objetiva na entrevista, embora considere ser um pouco difícil, quando se tratam de Maria Célia e Mário Chagas.

Como Citar
Santos, M. C. T. M. (1). ENTREVISTA AO PROF. MÁRIO DE SOUZA CHAGAS. Cadernos De Sociomuseologia, 18(18). Obtido de https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/360