PARTE I – CONSIDERAÇÕES GERAIS

  • Isabel Victor Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Resumo

Capítulo 1

1. Estrutura da dissertação

2. Resumo

3. Introdução

3.1 Perguntas de partida:

4. Problemática a esclarecer

 

Capítulo 2

1. Objectivos da pesquisa

2. A relevância do estudo

 

Capítulo 3

1. O paradoxo do termo avaliação em museus um problema da maior relevância para a museologia contemporânea

2. Os indicadores

2.1. Descritores / indicadores

 

Capítulo 4

1. Metodologia da pesquisa

 

RESUMO: Os estudos exploratórios que apresentamos foram suscitados pela experiência de coordenação da candidatura que integrou a avaliação dos serviços educativos dos museus municipais de Setúbal, com base na CAFCommom Assessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação), no âmbito do IV prémio da qualidade de serviço público, promovido pela AMDS, em 2003. Este exercicio, experiência piloto em museus, revelou-nos as potencialidades autoavaliativas da ferramenta de utilizada (CAF) e sobretudo inquietou-nos relativamente à forma, por vezes distorcida e/ou desfocada, como avaliamos e como projectamos subjectivamente nas missões, por falta de instrumentos rigorosos e adequados, aquilo que julgamos corresponder à satisfação das pessoas dentro e fora da organização museu. Pensar e avaliar os museus na óptica dos processos, medir objectivamente o impacto destes na sociedade com base na recolha partilhada e intencional das evidências e comparar, com base em critérios, os resultados obtidos com os de outras organizações, recorrendo a uma linguagem comum contribuirá, estamos em crer, para o autoconhecimento dos museus enquanto organizações e o crescente reconhecimento do seu papel nas sociedades contemporâneas. A possibilidade de discernir, em conjunto, sobre noções de qualidade em museus e de implicar as organizações museológicas na melhoria contínua dos serviços em ordem à real satisfação das necessidades, explícitas ou implícitas, dos cidadãos-clientes, incluindo nesses processos as próprias pessoas dessas organizações (os funcionários, colaboradores e parceiros dos museus), é uma perspectiva inovadora que poderá, a nosso ver, ajudar a distinguir entre museus com qualidades e o sentido global da qualidade em museus, recorrendo a formas alternativas de avaliação e autoavaliação.

 

 

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Como citar
VICTOR, Isabel. PARTE I – CONSIDERAÇÕES GERAIS. Cadernos de Sociomuseologia, [S.l.], v. 23, n. 23, june 2009. ISSN 1646-3714. Disponível em: <https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/399>. Acesso em: 18 aug. 2019.

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