4. ANÁLISE DOS PRINCÍPIOS-CHAVE NOS MUSEUS SELECCIONADOS

  • Isabel Margarida Melo Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Resumo

Em si mesmos, os indicadores com os quais alimenta a sua reflexão são frequentemente banais e conhecidos de toda a gente. É antes a sua forma de os dispor e de os “compreender” (tomar em conjunto) que caracteriza o seu trabalho e lhe dá interesse. A compreensão que faculta não provém dos novos factos que revela, mas sim das novas relações que estabelece entre os factos e que dá a factos conhecidos um significado mais esclarecedor (Quivy e Campenhoudt, 2005: 84-85)

 

Como foi anteriormente referido, o exercício de auto-avaliação proposto tinha por eixos definidores quatro princípios-chave (Pessoas, Lugares, Parcerias e Politicas), relativamente aos quais importava apurar a adopção de boas práticas. Complementarmente, para que o diagnóstico da organização fosse de facto rigoroso era necessário verificar a existência de evidências dos resultados dos processos desenvolvidos.

Nas próximas páginas apresentaremos os dados saídos destes exercícios, apresentados segundo os quatro critérios.

Como citar
MELO, Isabel Margarida. 4. ANÁLISE DOS PRINCÍPIOS-CHAVE NOS MUSEUS SELECCIONADOS. Cadernos de Sociomuseologia, [S.l.], v. 32, n. 32, june 2009. ISSN 1646-3714. Disponível em: <https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/496>. Acesso em: 22 oct. 2019.