Museologia Social: em rede, em movimento, em coletivo e a experiência do Museu Vivo do São Bento

  • Tatiana Oliveira Museu Vivo do São Bento

Resumo

Este artigo propõe abordar a importância da museologia social para o desenvolvimento de instituições expoentes que tenham como foco o patrimônio, a memória e a história. Para tanto, o artigo aborda a experiência do Museu Vivo do São Bento, uma instituição expoente na região da Baixada Fluminense, no Estado do Rio de Janeiro, que versa sobre tais questões. A oficialização da criação do Museu ocorreu em 2008, através da reivindicação dos profissionais da área da educação do município de Duque de Caxias e, seus agentes sociais, ao dialogarem com a museologia social, atribui ao Museu o papel de agente com função social a partir de práticas que respeitem a diversidade cultural e integram, de fato, a comunidade local. Dessa forma, torna-se um agente transformador social com potência política, cultural e pedagógica, que ao transformar o meio transforma a todos. Tendo-se em vista a construção das dimensões da função social dos museus, e, tomando como referencial o próprio Museu Vivo do São Bento, o artigo também apresenta os caminhos percorridos para a consolidação dos movimentos de renovação da museologia, sob a ótica da museologia social e a importância dos coletivos para o fortalecimento e democratização dos museus. 

Palavras-Chaves: Museologia Social; Museu Vivo do São Bento; Função Social; Museus

Publicado
2020-06-03
Como Citar
Oliveira, T. (2020). Museologia Social: em rede, em movimento, em coletivo e a experiência do Museu Vivo do São Bento. Cadernos De Sociomuseologia, 59(15), 25-52. https://doi.org/10.36572/csm.2020.vol.59.02