A EVOLUÇÃO DE CONCEITOS ENTRE AS DECLARAÇÕES DE SANTIAGO E DE CARACAS - TEXTO 3

  • João Paulo Medeiros Constança Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Resumo

A "nova museologia", alvo de inúmeras reflexões durante as últimas décadas, tem despertado atenções e ganho adeptos, não só entre museólogos e especialistas, mas também entre o cidadão comum que nas suas acções se vê envolvido.

Numa análise sumária, pretende-se traçar as linhas gerais da evolução conceptual relativa aos fundamentos propostos para a museologia, que desde a mesa redonda de Santiago do Chile, têm vindo a tomar a forma e a consistência de um corpo teórico.

Sem dúvida uma das primeiras reflexões no âmbito de uma mudança radical de atitudes nos museus, a Declaração de Santiago surge num contexto inequivocamente propício ao debate sobre a missão social dos Museus e sobre o seu papel num desenvolvimento integrado das comunidades.

 Não terá sido por acaso que esta declaração emerge de uma Mesa Redonda realizada em Santiago do Chile, no seio de uma América Latina conturbada, onde eram crescentes as injustiças sociais, os problemas económicos e humanos e onde não eram, de todo, respeitados os mais elementares princípios de liberdade e democracia.

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Como citar
CONSTANÇA, João Paulo Medeiros. A EVOLUÇÃO DE CONCEITOS ENTRE AS DECLARAÇÕES DE SANTIAGO E DE CARACAS - TEXTO 3. Cadernos de Sociomuseologia, [S.l.], v. 1, n. 1, may 2009. ISSN 1646-3714. Disponível em: <https://revistas.ulusofona.pt/index.php/cadernosociomuseologia/article/view/477>. Acesso em: 25 aug. 2019.