O museólogo como trabalhador social na construção de futuros inéditos
Resumen
Trago neste artigo a discussão sobre a categoria ‹‹trabalhador social››, com a qual o marxista Paulo Freire nos desafia a fazer uma opção: ou aderimos à mudança, no sentido da nossa verdadeira humanização construída na ação política, com vista a atuar coletivamente para uma postura autônoma e emancipadora; ou ficamos a favor da permanência, comodamente silenciosos ante às injustiças e barbáries do nosso tempo, à espera de um futuro pré–dado, “como repetição mecânica do presente” (Freire, 2013). No campo da museologia, discuto essa categoria freiriana contida na produção intelectual e na ação de Waldisa Rússio, à qual atribuo o pioneirismo do uso do termo na museologia brasileira. E concluo que, a partir de Freire e Rússio, a ideia do museólogo enquanto trabalhador social é totalmente compatível com os princípios teórico-metodológicos da sociomuseologia.
Palavras chaves: Sociomuseologia; Trabalhador Social; Paulo Freire
Descargas
Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho a la primera publicación, con el trabajo licenciado simultáneamente bajo la Licencia Creative Commons Attribution License que permite compartir el trabajo con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.










