No Estamos Todas: Construyendo una exposición, empatía y memoria para abordar el dolor
Resumen
orcid.org/0000-0002-0957-3214
Resumo: As mortes violentas de mulheres por razões de gênero, também conhecidas como feminicídios, continuam a aumentar as suas cifras no México, o que tem colocado o país como um dos lugares mais perigosos para ser mulher. Os crimes a ascender e a impunidade que os rodeia tem gerado indignação em diversos setores da sociedade e tem-lhes levado a mobilização, uma destas ações é a de No Estamos Todas, que através da ilustração procuram visibilizar as ditas violências.
Nesta dissertação procura-se investigar o conceito de feminicídio, as suas origens e classificações, a analisar também distintos projetos e propostas a nível mundial que tem se dado a tarefa de documentar, informar e sensibilizar acerca da violência de gênero. Em um segundo passo, e a partir da premissa de que os museus têm uma função social e que devem ser ativos na promoção dos direitos humanos e da igualdade de gênero, foi proposta a criação de uma exposição museológica de conteúdos gráficos e multimídia a partir do trabalho de No Estamos Todas, a qual teve lugar na cidade de Lisboa, em novembro de 2019.
Palavras-chave: Direitos humanos, igualdade de gênero, sociomuseologia, expografia, exposição.
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