Migrantes y refugiados: apuntes clave para un nuevo relato
Resumo
Partiendo del significado de los datos más recientes sobre desplazamientos forzosos, presentamos algunas herramientas conceptuales para interpretar la paradoja moral de la falta de reconocimiento de los derechos de las personas en busca de refugio. Nuestra propuesta de análisis se basa en la idea que la indiferencia y la justificación de la violencia hacia las personas desplazadas que piden socorro son el reflejo de la existencia de fronteras morales que les excluyen de nuestro espacio moral. Las fronteras morales, es decir el conjunto de imágenes, acciones, formas discursivas, esquemas mentales, emociones, sentimientos y símbolos que constituyen representaciones sociales compartidas, se construyen a través de la interacción, en la mediapolis, de un círculo vicioso racista entre medios de comunicación, discurso de las élites y discurso social, a través de un triple proceso de negación, diferenciación y construcción de la imagen de los refugiados y migrantes como amenaza. Finalmente apuntamos algunas estrategias de resistencia y un decálogo urgente para generar un nuevo relato que reencuadre la situación y permita construir una acogida comunitaria inclusiva.
Palabras clave: migraciones forzosas; indiferencia; fronteras morales; mediapolis; comunicación participativa antirracista.
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