«Sauver les lettres», sauver l’école: une défense «de gauche» de l’enseignement traditionnel?
Resumo
L’existence d’un mouvement traditionaliste en matière d’enseignement est repérable en France depuis le début des années 1970. Il se caractérise par son combat contre le «pédagogisme», accusé de provoquer la mort des exigences propres à la transmission normale de la culture scolaire. Or, ce conservatisme scolaire a pu parfois s’énoncer du point de vue d’un idéal politique de gauche. Comment comprendre cette apparente contradiction. L’article explore deux hypothèses. La première est ordonnée à l’idée «d’émancipation», héritée des Lumières et notamment de Condorcet: l’école, pour accomplir sa mission émancipatrice, ne doit pas renoncer à la culture qu’elle transmet. La seconde hypothèse est plus «marxisante»: le «pédagogisme», en renonçant à une école culturellement exigeante, affaiblit l’esprit critique et est au service d’un capitalisme mondialisé.
Mots clés: culture scolaire; émancipation; (anti)pédagogisme; traditionalisme scolaire (de gauche).
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